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		<title>Cedenpa</title>
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		<title>&#8216;Territ&#243;rios Tradicionais Negros: Desenvolvimento e Enfrentamento ao Racismo' ser&#225; o tema do semin&#225;rio da SEPPIR em Bel&#233;m</title>
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		<description>Evento acontece no dia 17 de maio, em Bel&#233;m-PA, com participa&#231;&#227;o da ministra Luiza Bairros na abertura. O semin&#225;rio ser&#225; transmitido ao vivo na Internet pelo endere&#231;o www.aids.gov.br/mediacenter Com o tema &#8216;Territ&#243;rios Tradicionais Negros: Desenvolvimento e Enfrentamento ao Racismo', a Secretaria de Pol&#237;ticas de Promo&#231;&#227;o da Igualdade Racial (SEPPIR) realiza o quinto semin&#225;rio de uma s&#233;rie que acontece desde mar&#231;o, para promover a reflex&#227;o e o di&#225;logo sobre inclus&#227;o racial no pa&#237;s. O evento acontece no (...)

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&lt;a href="http://www.cedenpa.org.br/Noticias" rel="directory"&gt;Not&#237;cias&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.cedenpa.org.br/local/cache-vignettes/L150xH55/arton282-90408.jpg&quot; width='150' height='55' style='height:55px;width:150px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Evento acontece no dia 17 de maio, em Bel&#233;m-PA, com participa&#231;&#227;o da ministra Luiza Bairros na abertura. O semin&#225;rio ser&#225; transmitido ao vivo na Internet pelo endere&#231;o &lt;a href=&quot;http://www.aids.gov.br/mediacenter&quot; class='spip_url spip_out' rel='nofollow external'&gt;www.aids.gov.br/mediacenter&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Com o tema &#8216;Territ&#243;rios Tradicionais Negros: Desenvolvimento e Enfrentamento ao Racismo', a Secretaria de Pol&#237;ticas de Promo&#231;&#227;o da Igualdade Racial (SEPPIR) realiza o quinto semin&#225;rio de uma s&#233;rie que acontece desde mar&#231;o, para promover a reflex&#227;o e o di&#225;logo sobre inclus&#227;o racial no pa&#237;s. O evento acontece no dia 17 de maio, de 9h &#224;s 18h, em Bel&#233;m do Par&#225;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A atividade Integra a programa&#231;&#227;o comemorativa dos dez anos de cria&#231;&#227;o da SEPPIR e a etapa preparat&#243;ria para a III Confer&#234;ncia Nacional de Promo&#231;&#227;o da Igualdade Racial &#8211; III CONAPIR, que acontece de 5 a 7 de novembro, em Bras&#237;lia, com o tema Desenvolvimento e Democracia por um Brasil Afirmativo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A abertura ter&#225; a presen&#231;a da ministra da SEPPIR, Luiza Bairros, de representantes do governo do Estado e da Prefeitura Municipal, al&#233;m da coordenadora de Igualdade de G&#234;nero da Malungo &#8211; Coordena&#231;&#227;o das Associa&#231;&#245;es das Comunidades Quilombolas do Par&#225;, Luiza Bet&#226;nia Alc&#226;ntara, e da lideran&#231;a tradicional de Matriz Africana, Mame'tu Nangetu, Oneide Monteiro Rodrigues.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A programa&#231;&#227;o inclui duas mesas redondas. A primeira acontece a partir de 10h e tem como debatedores Wande Abimbola, professor em&#233;rito de Lingu&#237;stica e L&#237;nguas, fundador e presidente do Instituto do Patrim&#244;nio If&#225; - Oyo, na Nig&#233;ria; Silas Nogueira, professor titular do Centro Universit&#225;rio Moura Lacerda e pesquisador do CELACC-ECA-USP (Centro Latino-Americano de Comunica&#231;&#227;o e Cultura da Universidade de S&#227;o Paulo); e Valdina Oliveira Pinto, professora, lideran&#231;a tradicional de Matriz Africana, Makota Valdina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A coordena&#231;&#227;o da mesa ser&#225; feita por Silvany Eucl&#234;nio, secret&#225;ria de Pol&#237;ticas para Comunidades Tradicionais da SEPPIR.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&#192;s 14h30, tem in&#237;cio a segunda mesa redonda, que tem como debatedores D&#233;bora Duprah, vice-procuradora Geral da Rep&#250;blica; Maria Rosalina Silva, vereadora de Queimada Nova/PI e titular da Coordena&#231;&#227;o Nacional de Quilombos &#8211; CONAQ; Alfredo Wagner, professor da Universidade do Estado do Amazonas, do N&#250;cleo Cultura e Sociedades Amaz&#244;nicas &#8211; CESTU e coordenador do Projeto Nova Cartografia Social. A media&#231;&#227;o ser&#225; de Edmilton Cerqueira, coordenador de Povos e Comunidades Tradicionais do Minist&#233;rio do Desenvolvimento Agr&#225;rio &#8211; MDA.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A programa&#231;&#227;o segue com o debate, &#224;s 16h30, e o encerramento acontece &#224;s 18h.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tempo real &#8211; O Semin&#225;rio &#8216;Territ&#243;rios Tradicionais Negros: Desenvolvimento e Enfrentamento ao Racismo' ter&#225; transmiss&#227;o on line pelo endere&#231;o &lt;a href=&quot;http://www.aids.gov.br_mediacenter/&quot; class='spip_url spip_out' rel='nofollow external'&gt;www.aids.gov.br_mediacenter&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Agenda &#8211; Para discutir &#8216;Oportunidades para a Juventude Negra', Porto Alegre sedia o &#250;ltimo evento da s&#233;rie, no dia 24 de maio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coordena&#231;&#227;o de Comunica&#231;&#227;o da SEPPIR&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
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		<title>Ministras Eleonora Menicucci e Luiza Bairros assinam, nesta 5&#170; feira, protocolo de enfrentamento ao racismo institucional e &#224; desigualdade de g&#234;nero</title>
		<link>http://www.cedenpa.org.br/Ministras-Eleonora-Menicucci-e</link>
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		<dc:creator>cedenpa</dc:creator>



		<description>O Compromisso de combater o racismo institucional na gest&#227;o p&#250;blica ser&#225; assumido pelas ministras da SPM e da Seppir e por representantes de ag&#234;ncias da ONU, em 9 de maio, em Bras&#237;lia. Na ocasi&#227;o, ser&#227;o lan&#231;adas duas publica&#231;&#245;es in&#233;ditas para orientar institui&#231;&#245;es p&#250;blicas no diagn&#243;stico e constru&#231;&#227;o de plano de enfrentamento ao problema. O evento acontecer&#225; nesta quinta-feira (9/05), a partir das 10h, em Bras&#237;lia, na sede da Organiza&#231;&#227;o Pan-Americana da Sa&#250;de/Organiza&#231;&#227;o Mundial da Sa&#250;de (Setor de (...)

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&lt;a href="http://www.cedenpa.org.br/Noticias" rel="directory"&gt;Not&#237;cias&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.cedenpa.org.br/local/cache-vignettes/L150xH66/arton279-73cde.jpg&quot; width='150' height='66' style='height:66px;width:150px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;O Compromisso de combater o racismo institucional na gest&#227;o p&#250;blica ser&#225; assumido pelas ministras da SPM e da Seppir e por representantes de ag&#234;ncias da ONU, em 9 de maio, em Bras&#237;lia. Na ocasi&#227;o, ser&#227;o lan&#231;adas duas publica&#231;&#245;es in&#233;ditas para orientar institui&#231;&#245;es p&#250;blicas no diagn&#243;stico e constru&#231;&#227;o de plano de enfrentamento ao problema. O evento acontecer&#225; nesta quinta-feira (9/05), a partir das 10h, em Bras&#237;lia, na sede da Organiza&#231;&#227;o Pan-Americana da Sa&#250;de/Organiza&#231;&#227;o Mundial da Sa&#250;de (Setor de Embaixadas Norte - Lote 19, Bras&#237;lia/DF).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O enfrentamento ao racismo &#233; uma das metas de pol&#237;ticas e programas priorit&#225;rios desenvolvidos pelos &#243;rg&#227;os p&#250;blicos? As equipes est&#227;o treinadas para reconhecer a diversidade de sujeitos e de demandas? O quesito ra&#231;a/cor &#233; preenchido na institui&#231;&#227;o segundo as categorias de classifica&#231;&#227;o do IBGE? Perguntas como estas parecem simples, mas podem ser o primeiro passo no enfrentamento de um grave problema: o racismo institucional &#8211; que se mant&#233;m na estrutura da sociedade brasileira, muitas vezes, pela simples in&#233;rcia da gest&#227;o p&#250;blica em identificar e combater o problema.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com o compromisso de combater o racismo institucional e a desigualdade de g&#234;nero na administra&#231;&#227;o p&#250;blica, as ministras Eleonora Menicucci, da Secretaria de Pol&#237;ticas para as Mulheres da Presid&#234;ncia da Rep&#250;blica (SPM-PR), e a ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Pol&#237;ticas para a Promo&#231;&#227;o da Igualdade Racial (Seppir-PR)), firmar&#227;o protocolo de coopera&#231;&#227;o e chefes de ag&#234;ncias da ONU (ONU Mulheres, OIT e PNUD), assinar&#227;o Protocolo de Enfrentamento ao Racismo Institucional em suas inst&#226;ncias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Racismo institucional - Definido como o fracasso das institui&#231;&#245;es em garantir direitos e acesso a servi&#231;os &#224;s pessoas em virtude da sua ra&#231;a/cor e sexo, o racismo institucional se expressa tanto no interior das institui&#231;&#245;es &#8211; desde os processos seletivos e programas de progress&#227;o de carreira &#8211; quanto no processo de formula&#231;&#227;o, implementa&#231;&#227;o e monitoramento de pol&#237;ticas p&#250;blicas. Por isso, especialistas destacam a urg&#234;ncia de se criarem mecanismos capazes de quebrar a invisibilidade do racismo institucional, estabelecendo novas proposi&#231;&#245;es e condutas, sobretudo na gest&#227;o p&#250;blica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para auxiliar nessa frente, um grupo de trabalho &#8211; formado por especialistas de organiza&#231;&#245;es feministas e do movimento negro, do Governo Federal e do Sistema ONU &#8211; elaborou duas publica&#231;&#245;es in&#233;ditas no Pa&#237;s: o &quot;Guia de Enfrentamento ao Racismo Institucional e Desigualdade de G&#234;nero&quot; e o texto &quot;Racismo Institucional &#8211; uma abordagem te&#243;rica&quot;. As publica&#231;&#245;es foram pensadas como instrumentos para que institui&#231;&#245;es p&#250;blicas se avaliem, construam seus diagn&#243;sticos, seus indicadores e suas estrat&#233;gias, fortalecendo o compromisso do Estado e da sociedade com o enfrentamento do racismo institucional, vivenciado cotidianamente pela popula&#231;&#227;o negra no Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assinatura do Protocolo de Enfrentamento ao Racismo Institucional entre SPM, Seppir e Na&#231;&#245;es Unidas e lan&#231;amento do &quot;Guia de Enfrentamento ao Racismo Institucional e Desigualdade de G&#234;nero&quot; e do texto &quot;Racismo Institucional &#8211; uma abordagem te&#243;rica&quot;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Data: 9 de maio de 2013 (quinta-feira)
Hor&#225;rio: das 10h &#224;s 12h
Local: Organiza&#231;&#227;o Pan-Americana da Sa&#250;de/Organiza&#231;&#227;o Mundial da Sa&#250;de (Setor de Embaixadas Norte - Lote 19) - Bras&#237;lia/DF&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comunica&#231;&#227;o Social&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Secretaria de Pol&#237;ticas para as Mulheres &#8211; SPM
Presid&#234;ncia da Rep&#250;blica &#8211; PR
Participe das redes sociais: /spmulheres e @spmulheres&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
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		<title>Programa&#231;&#227;o discute o combate ao racismo em munic&#237;pios do Par&#225;</title>
		<link>http://www.cedenpa.org.br/Programacao-discute-o-combate-ao</link>
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		<dc:date>2013-05-07T13:32:00Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>cedenpa</dc:creator>



		<description>Dia Nacional de Combate ao Racismo &#233; comemorado no dia 13 de maio. Per&#237;odo de semin&#225;rios inicia a partir desta quarta-feira, 7. Cinco munic&#237;pios paraenses v&#227;o participar de uma programa&#231;&#227;o diversa referente ao Dia Nacional de Combate ao Racismo, comemorado no dia 13 de maio, at&#233; o pr&#243;ximo dia 16 deste m&#234;s. As atividades da Semana Integrada de Combate ao Racismo s&#227;o em escolas estaduais e foram iniciadas na ter&#231;a-feira (7). Palestras, oficinas, caminhadas p&#250;blicas e debates sobre os males do racismo (...)

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.cedenpa.org.br/local/cache-vignettes/L150xH89/arton280-8e381.jpg&quot; width='150' height='89' style='height:89px;width:150px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Dia Nacional de Combate ao Racismo &#233; comemorado no dia 13 de maio.
Per&#237;odo de semin&#225;rios inicia a partir desta quarta-feira, 7.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Cinco munic&#237;pios paraenses v&#227;o participar de uma programa&#231;&#227;o diversa referente ao Dia Nacional de Combate ao Racismo, comemorado no dia 13 de maio, at&#233; o pr&#243;ximo dia 16 deste m&#234;s. As atividades da Semana Integrada de Combate ao Racismo s&#227;o em escolas estaduais e foram iniciadas na ter&#231;a-feira (7). Palestras, oficinas, caminhadas p&#250;blicas e debates sobre os males do racismo para a sociedade fazem parte das a&#231;&#245;es.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O objetivo da programa&#231;&#227;o, organizada pela Coordenadoria de Educa&#231;&#227;o para a Promo&#231;&#227;o da Igualdade Racial (Copir) / Secretaria de Estado de Educa&#231;&#227;o (Seduc), &#233; denunciar a ocorr&#234;ncia deste tipo de preconceito e os malef&#237;cios desta pr&#225;tica para a sociedade. Os debates, que ocorrem em Bel&#233;m, Castanhal, Curu&#231;&#225;, Salvaterra e Soure, buscam formas e estrat&#233;gias de identificar, combater e superar o racismo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A programa&#231;&#227;o come&#231;a em Soure e em Salvaterra, no Maraj&#243;, e segue at&#233; o dia 9. Na capital paraense a programa&#231;&#227;o ser&#225; no dia 13, na escola Esther Bandeira Gomes, com uma feira c&#237;vica que trar&#225; como tema: &quot;Escola cidad&#227; contra o preconceito racial&quot;. As a&#231;&#245;es que encerram a programa&#231;&#227;o ser&#227;o realizadas em Curu&#231;&#225;, com a palestra &quot;Os 10 anos da Lei 10.639&quot;: apresenta&#231;&#227;o de experi&#234;ncias de implementa&#231;&#227;o da educa&#231;&#227;o para as rela&#231;&#245;es &#233;tnico-raciais&quot;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entre as finalidades do projeto pedag&#243;gico est&#225; a mobiliza&#231;&#227;o e sensibiliza&#231;&#227;o da comunidade escolar pela supera&#231;&#227;o do racismo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: G1&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
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		<title>Por que a lei que obriga o ensino afro-brasileiro n&#227;o &#233; aplicada?</title>
		<link>http://www.cedenpa.org.br/Por-que-a-lei-que-obriga-o-ensino</link>
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		<description>Dez anos depois, lei que obriga ensino afro-brasileiro nas escolas ainda n&#227;o &#233; aplicada Aprovada pelo Congresso e sancionada pelo ex-presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva ainda em 2003, a Lei 10.639 &#8211; que prev&#234; a obrigatoriedade da tem&#225;tica &#8220;Hist&#243;ria e Cultura Afro-Brasileira&#8221; no curr&#237;culo das escolas do pa&#237;s &#8211; &#233; aplicada apenas de forma m&#237;nima, mesmo dez anos depois. A situa&#231;&#227;o da lei voltou a ser discutida nesta semana no Rio Grande do Sul, com a audi&#234;ncia p&#250;blica solicitada pelo movimento negro que (...)

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.cedenpa.org.br/local/cache-vignettes/L150xH107/arton278-10098.jpg&quot; width='150' height='107' style='height:107px;width:150px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Dez anos depois, lei que obriga ensino afro-brasileiro nas escolas ainda n&#227;o &#233; aplicada&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Aprovada pelo Congresso e sancionada pelo ex-presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva ainda em 2003, a Lei 10.639 &#8211; que prev&#234; a obrigatoriedade da tem&#225;tica &#8220;Hist&#243;ria e Cultura Afro-Brasileira&#8221; no curr&#237;culo das escolas do pa&#237;s &#8211; &#233; aplicada apenas de forma m&#237;nima, mesmo dez anos depois. A situa&#231;&#227;o da lei voltou a ser discutida nesta semana no Rio Grande do Sul, com a audi&#234;ncia p&#250;blica solicitada pelo movimento negro que provocou declara&#231;&#245;es no governo do estado e entre deputados estaduais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A audi&#234;ncia ocorreu na &#250;ltima semana, na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. A reivindica&#231;&#227;o principal, de cobrar maior rigor no cumprimento da lei e na fiscaliza&#231;&#227;o do que &#233; realizado, fez com que deputados e representantes do governo buscassem encaminhamentos para um panorama que, segundo os movimentos sociais, se alterou pouco ou nada mesmo ap&#243;s uma d&#233;cada de implementa&#231;&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para a assessora de Diversidade &#201;tnico-Racial da Secretaria de Educa&#231;&#227;o do Rio Grande do Sul, Marielda Medeiros, em entrevista para o Sul21, &#8220;o poder p&#250;blico tem responsabilidade na quest&#227;o, que &#233; importante no combate ao racismo e ao desconhecimento&#8221;. Para Marielda, o grande n&#250;mero de escolas, a fragilidade da forma&#231;&#227;o de parte dos professores e o desafio cultural que &#233; discutir o racismo podem atrasar a aplica&#231;&#227;o da lei &#8211; mas n&#227;o o desconhecimento do tema. &#8220;Depois de dez anos (da aprova&#231;&#227;o da lei), ningu&#233;m pode dizer que n&#227;o a conhece, e nem quais s&#227;o os conte&#250;dos necess&#225;rios&#8221;, diz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quanto &#224; forma&#231;&#227;o dos professores nas universidades, processo intimamente relacionado ao sucesso das medidas, a assessora afirma que &#8220;o governo do estado tem parceria com universidades p&#250;blicas e privadas para que o professor receba a forma&#231;&#227;o necess&#225;ria. Ainda assim, o curr&#237;culo de muitas universidades permanece fr&#225;gil e professores saem com defici&#234;ncia nos temas relacionados &#224; cultura e hist&#243;ria afro-brasileira&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Presidenta da Comiss&#227;o de Educa&#231;&#227;o, Cultura, Desporto, Ci&#234;ncia e Tecnologia da Assembleia Legislativa, a deputada Ana Affonso (PT) tampouco nega a defici&#234;ncia nos resultados at&#233; agora vis&#237;veis da Lei 10.639. Para a deputada, &#8220;&#233; dif&#237;cil para o educador romper com a forma&#231;&#227;o que recebeu durante os anos de estudo, mas n&#227;o &#233; motivo para que n&#227;o estejam aptos&#8221;. Ana Affonso acredita que a discuss&#227;o permanente sobre o tema pode provocar transforma&#231;&#245;es no que hoje se observa nas escolas: &#8220;o debate sobre o assunto pode vencer a dificuldade ou a m&#225; vontade de quem quer que seja&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para a deputada do Partido dos Trabalhadores, apesar da necessidade de buscar uma melhor aplica&#231;&#227;o do que diz a lei, n&#227;o se pode deixar de lado o esfor&#231;o j&#225; existente. &#8220;Precisamos de divulga&#231;&#227;o do que vem sendo feito nas escolas, porque h&#225; avan&#231;os tamb&#233;m, at&#233; para mostrarmos ao movimento negro que o discurso de que nada est&#225; acontecendo n&#227;o &#233; correto&#8221;, defende.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A audi&#234;ncia p&#250;blica da &#250;ltima ter&#231;a-feira pode render encaminhamentos em breve sobre a quest&#227;o, como a cria&#231;&#227;o de um p&#243;lo de forma&#231;&#227;o acad&#234;mica de forma&#231;&#227;o continuada, a fiscaliza&#231;&#227;o de conselhos estaduais e municipais sobre o que &#233; feito nas escolas e o agendamento de uma reuni&#227;o de movimentos sociais com o secret&#225;rio de Educa&#231;&#227;o do Rio Grande do Sul, Jos&#233; Cl&#243;vis de Azevedo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Onir Ara&#250;jo, advogado e membro do Movimento Negro Unificado (MNU), problematiza o n&#227;o cumprimento da lei de outra forma: para ele, trata-se de uma rea&#231;&#227;o previs&#237;vel de quem busca manter a ordem dominante. &#8220;A n&#227;o aplica&#231;&#227;o da lei sinaliza o qu&#227;o farto &#233; o conte&#250;do racista da sociedade, e demonstra uma inabilidade pol&#237;tica enquanto sujeitos hist&#243;ricos&#8221;, opina. Para o advogado, a presen&#231;a de conte&#250;dos relacionados &#224; hist&#243;ria e &#224; cultura afro-brasileira &#233; uma demanda antiga do movimento negro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A origem desses anseios no Brasil, inclusive, remontaria a oitenta anos atr&#225;s: &#8220;para o movimento negro, desde a Frente Negra, nos anos 1930, a quest&#227;o da hist&#243;ria do nosso povo ser contada no ensino &#233; essencial para a integra&#231;&#227;o do negro&#8221;. A aprova&#231;&#227;o de uma lei como a 10.639 seria, no entanto, o &#8220;desaguadouro institucional&#8221; do problema &#8211; que estaria muito longe de uma resolu&#231;&#227;o definitiva mesmo com o cumprimento ideal, j&#225; que transcende a presen&#231;a do tema no curr&#237;culo escolar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Onir Ara&#250;jo, &#8220;a lei &#233; importante e necess&#225;ria, mas &#233; limitada, precisa ser vista dentro de um contexto pol&#237;tico e ideol&#243;gico. Por exemplo, nunca foi organizado um or&#231;amento que garantisse que ela fosse cumprida. Assim, os governos podem alegar que falta dinheiro, que n&#227;o h&#225; verba&#8221;. Na mesma linha, ele acredita que verdadeiros avan&#231;os no combate ao racismo no Brasil n&#227;o podem depender apenas da esfera institucional, e sim de efetiva mobiliza&#231;&#227;o popular.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O militante do MNU acredita que &#8220;quando se tenta abrir uma cunha nesta estrutura que &#233; patriarcal, burguesa e racista&#8221;, ocorre a rea&#231;&#227;o dos que buscam manter &#8220;um status de 513 anos de hist&#243;ria&#8221;. O descumprimento da lei, que ocorre &#8220;em todos os estados do Brasil&#8221;, seria tecnicamente um caso t&#237;pico de mandado de injun&#231;&#227;o &#8211; no caso, quando a Justi&#231;a ordena a aplica&#231;&#227;o de uma lei. Entretanto, tampouco haveria boa vontade do Judici&#225;rio. &#8220;Apenas com o bloco na rua isso n&#227;o vai ser um di&#225;logo de surdos&#8221;, resume Ara&#250;jo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O exemplo utilizado pelo advogado para demonstrar que a lei, ainda que bem executada, permanece sendo insuficiente, relaciona a n&#227;o aplica&#231;&#227;o com um hist&#243;rico de viol&#234;ncia constante: &#8220;a prova de que a lei n&#227;o basta &#233; que 30 mil jovens negros s&#227;o v&#237;timas de homic&#237;dio por ano no Brasil, e esse &#233; um massacre invis&#237;vel para muita gente. N&#227;o &#233; s&#243; uma lei que vai adiantar&#8221;. Est&#225; previsto ainda para o primeiro semestre de 2013, segundo a deputada Ana Affonso, um semin&#225;rio que busca mapear a aplica&#231;&#227;o da lei 10.639 no Rio Grande do Sul.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: Pragmatismo Pol&#237;tico&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>A Cor da Cultura inicia nova etapa em mais cinco estados</title>
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		<description>Com foco em quest&#245;es de g&#234;nero e juventude, projeto social de valoriza&#231;&#227;o do patrim&#244;nio cultural afro-brasileiro chega ao Par&#225;, Maranh&#227;o, Esp&#237;rito Santo, Goi&#225;s e Rio Grande do Sul Foi dada a largada da terceira fase do projeto A Cor da Cultura, que visa contribuir para a implementa&#231;&#227;o da Lei 10.639/2003. A norma determina a inclus&#227;o do ensino da hist&#243;ria e da cultura afro-brasileiras no curr&#237;culo escolar. Al&#233;m da expans&#227;o para cinco novos estados &#8211; Par&#225;, Maranh&#227;o, Esp&#237;rito Santo, Goi&#225;s e Rio Grande do (...)

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 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.cedenpa.org.br/local/cache-vignettes/L127xH150/arton277-ca56d.jpg&quot; width='127' height='150' style='height:150px;width:127px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Com foco em quest&#245;es de g&#234;nero e juventude, projeto social de valoriza&#231;&#227;o do patrim&#244;nio cultural afro-brasileiro chega ao Par&#225;, Maranh&#227;o, Esp&#237;rito Santo, Goi&#225;s e Rio Grande do Sul&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Foi dada a largada da terceira fase do projeto A Cor da Cultura, que visa contribuir para a implementa&#231;&#227;o da Lei 10.639/2003. A norma determina a inclus&#227;o do ensino da hist&#243;ria e da cultura afro-brasileiras no curr&#237;culo escolar. Al&#233;m da expans&#227;o para cinco novos estados &#8211; Par&#225;, Maranh&#227;o, Esp&#237;rito Santo, Goi&#225;s e Rio Grande do Sul &#8211;, esta etapa ter&#225; como foco o ensino fundamental e a educa&#231;&#227;o infantil, assim como os temas relacionados &#224; juventude e &#224;s quest&#245;es de g&#234;nero.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dois cadernos pedag&#243;gicos, programas in&#233;ditos das s&#233;ries Livros Animados e Her&#243;is de Todo Mundo com &#234;nfase em personagens femininos e novos epis&#243;dios do Nota 10 s&#227;o as principais novidades dos cinco mil kits que ser&#227;o produzidos e distribu&#237;dos ao longo de dois anos. Os programas poder&#227;o ser conferidos tamb&#233;m na tela do Canal Futura em 2014.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Est&#227;o previstos ainda a participa&#231;&#227;o de duas universidades brasileiras no projeto, que ser&#227;o selecionadas por edital p&#250;blico, a produ&#231;&#227;o do Livro do Aluno e o acompanhamento de 1.800 educadores formados em oficinas da etapa anterior. O objetivo &#233; refor&#231;ar e atualizar o trabalho desenvolvido na segunda fase de A Cor da Cultura em seis estados (Cear&#225;, Minas Gerais, Amazonas, Paran&#225;, Mato Grosso e Pernambuco) por meio de semin&#225;rios, cursos e visitas &#224;s escolas. De 2010 a 2012, a iniciativa alcan&#231;ou 780 mil estudantes em 34 munic&#237;pios e capacitou cerca de 26 mil profissionais da rede de ensino (professores, t&#233;cnicos e coordenadores pedag&#243;gicos).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Cor da Cultura &#233; uma parceria entre Petrobras, Secretaria de Pol&#237;ticas de Promo&#231;&#227;o da Igualdade Racial (SEPPIR), Centro Brasileiro de Informa&#231;&#227;o e Documenta&#231;&#227;o do Artista Negro (CIDAN), Minist&#233;rio da Educa&#231;&#227;o, por meio da SECADI, Minist&#233;rio da Cultura, por meio da Funda&#231;&#227;o Palmares, Funda&#231;&#227;o Roberto Marinho, via Canal Futura, e a TV Globo. Para mais informa&#231;&#245;es, educadores e p&#250;blico em geral podem acessar o site &lt;a href=&quot;http://www.acordacultura.org.br/&quot; class='spip_url spip_out' rel='nofollow external'&gt;www.acordacultura.org.br&lt;/a&gt;, que funciona como um ambiente de gest&#227;o, relacionamento e espa&#231;o para retirada de d&#250;vidas sobre a tem&#225;tica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Na televis&#227;o:&lt;/strong&gt;
O infantil Livros Animados vai ganhar dez epis&#243;dios, de trinta minutos cada, com novas dicas que estimulam o h&#225;bito da leitura ao mesmo tempo em que proporcionam uma vis&#227;o multirracial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Experi&#234;ncias bem-sucedidas na &#225;rea de educa&#231;&#227;o v&#227;o conduzir os vinte programas in&#233;ditos, com dura&#231;&#227;o de sete minutos, de Nota 10 &#8211; Especial A Cor da Cultura.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A s&#233;rie de interprogramas Her&#243;is de Todo Mundo tamb&#233;m retorna com homenagens &#224;s mulheres negras que integram a hist&#243;ria do Brasil, personalidades famosas ou esquecidas pelos registros oficiais. Ser&#227;o 15 novos epis&#243;dios, de dois minutos cada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que &#233; o A Cor da Cultura?&lt;/strong&gt;
Iniciado em 2004, em conson&#226;ncia com a Lei 10.639/2003, A Cor da Cultura produz conte&#250;dos audiovisuais e pedag&#243;gicos visando tirar a hist&#243;ria da popula&#231;&#227;o negra da invisibilidade tanto na tela da televis&#227;o quanto nas salas de aula. Para tal, alia exibi&#231;&#227;o nacional de programas sobre a tem&#225;tica ao uso desse conte&#250;do na forma&#231;&#227;o de educadores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: Seppir&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Audi&#234;ncia sobre Educa&#231;&#227;o Escolar Quilombola </title>
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		<description>Convite &#224; audiencia. Prezad@s companheir@s do FOPEDER, Este FOPEDER convida para audi&#234;ncia com a Secretaria de Estado de Educa&#231;&#227;o - SEDUC na Diretoria de Ensino M&#233;dio-DEM e o Sistema Modular de Ensino-SOME para a implementa&#231;&#227;o das diretrizes nos espa&#231;os atendidos pelo SOME, objetivando discutir as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educa&#231;&#227;o Escolar Quilombola na Educa&#231;&#227;o B&#225;sica, estabelecido pela Resolu&#231;&#227;o n&#186; 8, de 20 de novembro de 2012 com Que ser&#225; realizada no dia 03 de abril as 10h no (...)

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 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.cedenpa.org.br/local/cache-vignettes/L147xH150/arton275-5f824.jpg&quot; width='147' height='150' style='height:150px;width:147px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Convite &#224; audiencia.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Prezad@s companheir@s do FOPEDER,&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Este FOPEDER convida para audi&#234;ncia com a Secretaria de Estado de Educa&#231;&#227;o - SEDUC na Diretoria de Ensino M&#233;dio-DEM e o Sistema Modular de Ensino-SOME para a implementa&#231;&#227;o das diretrizes nos espa&#231;os atendidos pelo SOME, objetivando discutir as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educa&#231;&#227;o Escolar Quilombola na Educa&#231;&#227;o B&#225;sica, estabelecido pela Resolu&#231;&#227;o n&#186; 8, de 20 de novembro de 2012 com Que ser&#225; realizada no dia 03 de abril as 10h no Audit&#243;rio da SEDUC, Rodovia Augusto Montenegro, Km 10, s/n Icoaraci, Bel&#233;m/PA , fone (91) 32015157.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As diretrizes curriculares nacionais para a educa&#231;&#227;o escolar quilombola constam da &lt;a href=&quot;http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&amp;task=doc_download&amp;gid=11970&amp;Itemid=&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;Resolu&#231;&#227;o n&#186; 8&lt;/a&gt; do CNE, C&#226;mara de Educa&#231;&#227;o B&#225;sica, publicada no Di&#225;rio Oficial da Uni&#227;o desta quarta-feira, 21, se&#231;&#227;o 1, p&#225;gina 26.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: COPIR&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>CEDENPA e OAB celebram o &quot;Dia Internacional de Luta contra Discrimina&#231;&#227;o Racial&quot; </title>
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		<description>O CEDENPA, em parceria com a &#8220;Funda&#231;&#227;o Ford, realizou hoje (21), no audit&#243;rio Oct&#225;vio Mendon&#231;a, na sede da OAB, a celebra&#231;&#227;o pelo &#8220;Dia Internacional de Luta contra Discrimina&#231;&#227;o Racial&#8221;. A advogada, cientista pol&#237;tica e ativista do &#8220;Observat&#243;rio Negro&#8221;, Rebeca Duarte afirmou na palestra que estar aqui em Bel&#233;m, &#233; fazer parte dessa luta do Par&#225;. &#8220;Combater o racismo &#233; necess&#225;rio, pois ainda h&#225; resist&#234;ncia pol&#237;tica e estrutural do reconhecimento no pa&#237;s&#8221;. Rebeca ainda falou sobre a segrega&#231;&#227;o racial e comentou a (...)

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 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.cedenpa.org.br/local/cache-vignettes/L150xH93/arton276-1ee19.jpg&quot; width='150' height='93' style='height:93px;width:150px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;O CEDENPA, em parceria com a &#8220;Funda&#231;&#227;o Ford, realizou hoje (21), no audit&#243;rio Oct&#225;vio Mendon&#231;a, na sede da OAB, a celebra&#231;&#227;o pelo &#8220;Dia Internacional de Luta contra Discrimina&#231;&#227;o Racial&#8221;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;A advogada, cientista pol&#237;tica e ativista do &#8220;Observat&#243;rio Negro&#8221;, Rebeca Duarte afirmou na palestra que estar aqui em Bel&#233;m, &#233; fazer parte dessa luta do Par&#225;. &#8220;Combater o racismo &#233; necess&#225;rio, pois ainda h&#225; resist&#234;ncia pol&#237;tica e estrutural do reconhecimento no pa&#237;s&#8221;. Rebeca ainda falou sobre a segrega&#231;&#227;o racial e comentou a respeito das tr&#234;s legisla&#231;&#245;es antiracistas, sendo elas: a Lei Afonso Arinos, que foi a primeira lei brasileira a incriminar &#224; discrimina&#231;&#227;o e o preconceito racial no pa&#237;s.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ela foi aprovada sob o n&#250;mero 1.390 / 51, que defende a igualdade de tratamento e direito comum independente da diferen&#231;a da cor da pele; Lei Ca&#243;, a chamada (Lei n&#186; 7437/85), que classifica o racismo e o impedimento de acesso a servi&#231;os diversos por motivo de ra&#231;a, cor, sexo, ou estado civil como crime inafian&#231;&#225;vel, pun&#237;vel com pris&#227;o de at&#233; cinco anos; e Lei 12.033, promulgada Art. 1o. Esta Lei torna p&#250;blica e condicionada &#224; a&#231;&#227;o penal em raz&#227;o de inj&#250;ria consistente na utiliza&#231;&#227;o de elementos referentes &#224; ra&#231;a, &#224; cor, &#224; etnia, &#224; religi&#227;o, &#224; origem ou &#224; condi&#231;&#227;o de pessoa idosa ou portadora de defici&#234;ncia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Minist&#233;rio P&#250;blico
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O promotor Waldir Macieira, do Minist&#233;rio P&#250;blico, fez algumas observa&#231;&#245;es. &#8220;Vejo que houve aspecto coercitivo de discrimina&#231;&#227;o na afirmativa de dizer que criminalidade e preconceito s&#227;o dois mecanismos para acabar ou atenuar a discrimina&#231;&#227;o. A constitui&#231;&#227;o cidad&#227; existe h&#225; 25 anos e a Lei n&#186; 7.716 de 05 de janeiro de 1989, veio para ajustar a Lei Afonso Arinus, a qual incluiu contraven&#231;&#245;es penais a pr&#225;tica de atos resultantes&quot;, finalizou o promotor, orientando &quot;cobrem pol&#237;ticas p&#250;blicas e pressionem o Legislativo, Judici&#225;rio e at&#233; o Minist&#233;rio P&#250;blico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Jorge Farias, que &#233; presidente da Comiss&#227;o de Defesa da Igualdade e da Etnia da OAB, cumprimetou o p&#250;blico que prestigiou a promo&#231;&#227;o e parabenizou a realiza&#231;&#227;o do semin&#225;rio, al&#233;m de recordar o atentado ocorrido h&#225; 63 anos na &#193;frica do Sul. O presidente ainda ressaltou como a sociedade brasileira &#233; tolerante, principalmente no que diz respeito ao racismo que existe, e exaltou os 19 anos de cria&#231;&#227;o da Secret&#225;ria Nacional de Pol&#237;ticas de Promo&#231;&#227;o da Igualdade Racial (SEPPIR).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A celebra&#231;&#227;o contou com a presen&#231;a de (62) pessoas, dentre elas, o Deputado Estadual Edmilson Rodrigues.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Colabora&#231;&#227;o: Assessoria OAB&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>&quot;Mulheres Negras na Primeira Pessoa&quot; tem hist&#243;rias cheias de emo&#231;&#227;o</title>
		<link>http://www.cedenpa.org.br/Mulheres-Negras-na-Primeira-Pessoa</link>
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		<dc:date>2013-03-05T03:57:00Z</dc:date>
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		<dc:creator>cedenpa</dc:creator>



		<description>Livro traz relatos de supera&#231;&#227;o de mulheres A Articula&#231;&#227;o das Mulheres Negras do Brasil (AMNB) vai fazer, entre os dias 6 e 8 de mar&#231;o, o lan&#231;amento nacional do livro &quot;Mulheres Negras na Primeira Pessoa&quot;. Em Bel&#233;m, o lan&#231;amento da publica&#231;&#227;o ocorre amanh&#227;, &#224;s 18h30, no Teatro Esta&#231;&#227;o Gas&#244;metro, no Parque da Resid&#234;ncia, em S&#227;o Br&#225;s. A organiza&#231;&#227;o do evento na capital &#233; feita pelo Centro de Estudos e Defesa do Negro no Par&#225; (Cedenpa), que &#233; integrante da AMNB. A obra ser&#225; vendida ao pre&#231;o simb&#243;lico de R$ 10. Em (...)

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&lt;a href="http://www.cedenpa.org.br/Artigos" rel="directory"&gt;Artigos&lt;/a&gt;


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 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.cedenpa.org.br/local/cache-vignettes/L150xH113/arton274-ef51c.jpg&quot; width='150' height='113' style='height:113px;width:150px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Livro traz relatos de supera&#231;&#227;o de mulheres&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;A Articula&#231;&#227;o das Mulheres Negras do Brasil (AMNB) vai fazer, entre os dias 6 e 8 de mar&#231;o, o lan&#231;amento nacional do livro &quot;Mulheres Negras na Primeira Pessoa&quot;. Em Bel&#233;m, o lan&#231;amento da publica&#231;&#227;o ocorre amanh&#227;, &#224;s 18h30, no Teatro Esta&#231;&#227;o Gas&#244;metro, no Parque da Resid&#234;ncia, em S&#227;o Br&#225;s. A organiza&#231;&#227;o do evento na capital &#233; feita pelo Centro de Estudos e Defesa do Negro no Par&#225; (Cedenpa), que &#233; integrante da AMNB. A obra ser&#225; vendida ao pre&#231;o simb&#243;lico de R$ 10. Em Bel&#233;m, junto com o livro ser&#225; lan&#231;ado tamb&#233;m o calend&#225;rio 2013 do Cedenpa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A proximidade do lan&#231;amento do livro com o Dia Internacional da Mulher n&#227;o &#233; por acaso. &quot;Mulheres Negras na Primeira Pessoa&quot; traz relatos de 20 mulheres negras de v&#225;rios Estados do Pa&#237;s. Todas revelam hist&#243;rias pessoais que t&#234;m um ponto em comum: a supera&#231;&#227;o. &quot;S&#227;o todas mulheres negras e que t&#234;m pouca visibilidade. &#201; o momento de aumentarmos a visibilidade destas pessoas&quot;, declarou Nilma Bentes, do Cedenpa. Entre as 20 hist&#243;rias de supera&#231;&#227;o que o livro traz &#224; tona est&#227;o as hist&#243;rias de duas mulheres paraenses. Ant&#244;nia Lopes e Jaqueline da Concei&#231;&#227;o s&#227;o dois exemplos de luta e determina&#231;&#227;o para mudar a realidade que as cercava desde a inf&#226;ncia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ant&#244;nia Lopes &#233; banc&#225;ria e sindicalista. Filha de pais analfabetos, ela desafiou o destino que j&#225; parecia tra&#231;ado para mudar. Trabalhando, ela conseguiu investir nos estudos. Chegou &#224; universidade. Hoje &#233; funcion&#225;ria concursada do Banco do Brasil, h&#225; 30 anos. &quot;Esses depoimentos me fizeram pensar como, &#224;s vezes, a gente tem tantos exemplos fortes perto da gente e n&#227;o valoriza. A Ant&#244;nia fez faculdade em Marab&#225; e se dedicou para mudar aquela realidade&quot;, destacou a jornalista e militante do Cedenpa, Elza Rodrigues. Foi Elza quem colheu os depoimentos das duas paraenses que t&#234;m a hist&#243;ria contada no livro da AMNB. O relato de Jaqueline da Concei&#231;&#227;o tamb&#233;m a tocou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Jaqueline nasceu em uma comunidade de remanescentes de quilombo, em Salvaterra, no arquip&#233;lago do Maraj&#243;. Al&#233;m da luta contra o racismo e o preconceito, ficou conhecida em sua comunidade pela luta que travou para conter a pr&#225;tica comum nos munic&#237;pios do interior do Estado de que as meninas de fam&#237;lias pobres sejam levadas para as casas de fam&#237;lias na capital para estudar. Na verdade, acabam sendo usadas como empregadas dom&#233;sticas. &quot;A Jaqueline lutou contra essa pr&#225;tica. Ela diz que isso &#233; trabalho infantil&quot;, disse Elza Rodrigues.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: O Liberal&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>AMNB lan&#231;a livro com hist&#243;rias de mulheres negras em Bel&#233;m</title>
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		<description>Hist&#243;rias reais reproduzidas em primeira pessoa. Organizado por Jurema Werneck, Nilza Iraci e Simone Cruz. A obra traz o relato de 20 mulheres negras de nove estados brasileiros. As narrativas s&#227;o de mulheres negras quilombolas, nordestinas, sulistas, entre outras, urbanas ou n&#227;o. O resultado &#233; um livro emocionante, repleto de hist&#243;rias de lutas temperadas com energia, garra, amor, sabedoria e afeto. Hist&#243;rias reais reproduzidas em primeira pessoa. O livro &#8220;Mulheres negras na primeira pessoa&#8221;, (...)

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&lt;a href="http://www.cedenpa.org.br/Artigos" rel="directory"&gt;Artigos&lt;/a&gt;


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 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.cedenpa.org.br/local/cache-vignettes/L105xH150/arton273-221ab.jpg&quot; width='105' height='150' style='height:150px;width:105px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Hist&#243;rias reais reproduzidas em primeira pessoa. Organizado por Jurema Werneck, Nilza Iraci e Simone Cruz. A obra traz o relato de 20 mulheres negras de nove estados brasileiros. As narrativas s&#227;o de mulheres negras quilombolas, nordestinas, sulistas, entre outras, urbanas ou n&#227;o. O resultado &#233; um livro emocionante, repleto de hist&#243;rias de lutas temperadas com energia, garra, amor, sabedoria e afeto.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Hist&#243;rias reais reproduzidas em primeira pessoa. O livro &#8220;Mulheres negras na primeira pessoa&#8221;, organizado por Jurema Werneck, Nilza Iraci e Simone Cruz, foi lan&#231;ado virtualmente no ultimo dia 10 de dezembro, pela Articula&#231;&#227;o de Organiza&#231;&#245;es de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB) e est&#225; dispon&#237;vel para &lt;a href=&quot;http://www.amnb.org.br/admin/biblioteca/Mulheres%20Negras%20na%20primeira%20Pessoa%20site.pdf&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;download&lt;/a&gt; na p&#225;gina oficial da institui&#231;&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A obra traz o relato de 20 mulheres negras representativas de nove estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Para&#237;ba, S&#227;o Paulo, Par&#225;, Rio de Janeiro, Amap&#225;, Cear&#225;, Paran&#225; e Goi&#225;s). As narrativas s&#227;o de mulheres negras quilombolas, nordestinas, sulistas, entre outras, urbanas ou n&#227;o, cujas trajet&#243;rias sensibilizaram as organiza&#231;&#245;es membros da AMNB, que as indicou para simbolizarem a luta das mulheres negras no Brasil. O resultado &#233; um livro emocionante, repleto de hist&#243;rias de lutas temperadas com energia, garra, amor, sabedoria e afeto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com Jurema Werneck, a iniciativa tem como objetivo dar vez e voz &#224;s mulheres invisibilizadas na sociedade. &#8220;Nosso prop&#243;sito foi colocar mulheres como participantes importantes da sociedade brasileira, ouvir e reproduzir suas falas mostrando como enxergam o Brasil de hoje, como analisam o contexto do racismo e como pensam o futuro, principalmente para as novas gera&#231;&#245;es de mulheres negras&#8221;, afirma Werneck.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Simone Cruz, o livro retrata, de maneira simples, a luta pol&#237;tica das mulheres negras no Brasil contempor&#226;neo. &quot;Conseguimos trazer o tema das pol&#237;ticas p&#250;blicas de g&#234;nero e ra&#231;a a partir de outra perspectiva. O livro consegue expressar de maneira simples, atrav&#233;s do relato de vida de diferentes mulheres negras, nossas lutas pol&#237;ticas&quot;, comemora Cruz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Al&#233;m da vers&#227;o virtual, o lan&#231;amento da vers&#227;o impressa do livro &#8220;Mulheres negras na primeira pessoa&#8221; acontece em Bel&#233;m no dia 06 de Mar&#231;o apartir das 18hs, na Esta&#231;&#227;o Gasometro no Parque da Residencia.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Atividades marcam Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo</title>
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		<description>28 de Janeiro - Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo No marco do Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, 28 de janeiro, entidades p&#250;blicas e da sociedade civil realizam atos e debates pelo pa&#237;s. O objetivo &#233; chamar aten&#231;&#227;o para o problema e mobilizar pela erradica&#231;&#227;o da escravid&#227;o contempor&#226;nea. A data foi oficializada em homenagem aos auditores fiscais Erast&#243;stenes de Almeida Gon&#231;alves, Jo&#227;o Batista Soares Lage e Nelson Jos&#233; da Silva, al&#233;m do motorista Ailton Pereira de Oliveira. Estes (...)

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 <content:encoded>&lt;img class='spip_logos' alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://www.cedenpa.org.br/local/cache-vignettes/L150xH150/arton272-e855a.jpg&quot; width='150' height='150' style='height:150px;width:150px;' /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;28 de Janeiro - Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;No marco do Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, 28 de janeiro, entidades p&#250;blicas e da sociedade civil realizam atos e debates pelo pa&#237;s. O objetivo &#233; chamar aten&#231;&#227;o para o problema e mobilizar pela erradica&#231;&#227;o da escravid&#227;o contempor&#226;nea.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A data foi oficializada em homenagem aos auditores fiscais Erast&#243;stenes de Almeida Gon&#231;alves, Jo&#227;o Batista Soares Lage e Nelson Jos&#233; da Silva, al&#233;m do motorista Ailton Pereira de Oliveira. Estes servidores p&#250;blicos foram assassinados em Una&#237;, em Minas Gerais, enquanto realizavam fiscaliza&#231;&#245;es em fazendas do agroneg&#243;cio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O crime ocorreu em 2004, mas os respons&#225;veis ainda n&#227;o foram penalizados. Por isso, entre as a&#231;&#245;es previstas pela Semana Nacional est&#227;o manifesta&#231;&#245;es exigindo o julgamento dos envolvidos na que ficou conhecida como &#8220;Chacina de Una&#237;&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um ato p&#250;blico acontecer&#225; em Belo Horizonte no pr&#243;ximo 28, data em que o epis&#243;dio completar&#225; nove anos. Organizada pelo Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) e pela Associa&#231;&#227;o da categoria em Minas Gerais, a manifesta&#231;&#227;o ocorrer&#225; em frente ao pr&#233;dio da Justi&#231;a Federal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com informa&#231;&#245;es do Sinait, o ato tamb&#233;m pedir&#225; pela aprova&#231;&#227;o da Proposta de Emenda &#224; Constitui&#231;&#227;o (PEC) do Trabalho Escravo. Ap&#243;s ter passado pela C&#226;mara, o texto est&#225; no Senado aguardando a designa&#231;&#227;o do relator na Comiss&#227;o de Constitui&#231;&#227;o, Justi&#231;a e Cidadania (CCJ).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em 2012, mais de 2 mil pessoas foram libertadas do trabalho escravo ap&#243;s fiscaliza&#231;&#245;es em &#225;reas de pecu&#225;ria, de extra&#231;&#227;o de madeira, carvoarias, canteiros de obra, oficinas de costura, dentre outros. Al&#233;m do ato em Minas Gerais, a programa&#231;&#227;o da Semana Nacional sobre o tema inclui a&#231;&#245;es em S&#227;o Paulo, Mato Grosso, Maranh&#227;o, Piau&#237;, Bahia, Par&#225;, Tocantins, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: Caros Amigos&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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